ELIZABETH DE PORTZAMPARC
Elizabeth de Portzamparc é arquiteta e socióloga. Suas realizações se abrem à cidade e prolongam a paisagem onde se inserem. Seu trabalho reflete suas preocupações com o desenvolvimento sustentável e a regeneração social, democrática, econômica e ecológica de cada lugar. Há quase 30 anos começou a conceber arquiteturas como um novo ecossistema com seu ambiente material e imaterial. Seu conceito de «arquitetura de interações», o NEXUS, orienta a concepção de espaços que favorecem a apropriação e as interações sociais, além de estimular a biodiversidade. Suas realizações desde 2004 ilustram os princípios de sua Nova Arquitetura, como a arquitetura pré-fabricada de madeira (2004), o Centro Cultural Frances de Florianópolis (2006) projeto autossuficiente, a Marina da Glória no Rio (2008), o Musée de la Romanité, em Nîmes (2018), a biblioteca bioclimática Humathèque do Campus Condorcet, em Paris (2023), Palácio de ciências de Xangai (2023), a Estação ferroviária do Bourget, e os dois projetos em desenvolvimento na China: museu arqueológico de Yongcheng e Centro Do meio ambiente de Kaihua. Arquiteta e urbanista premiada, Elizabeth de Portzamparc recebeu o Prêmio Arquitetura da Futuro RIBA, Royal Institute of British Architects em 2021, o Grand Prix d’architecture international nos Belgian Architecture Excellence Awards (BAEXA), em fevereiro de 2026, concedido pelo instituto dos arquitetos da Bélgica, e a Medalha do Mérito da França (2023) por seu trabalho sobre os bens comuns, medalha entregue pelo antropólogo Philippe Descola.
